segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
SONHOS...
RESPOSTAS INCERTAS
sexta-feira, 18 de março de 2011
CHÁ DE OUTONO DO AYUNY
Para nos despedirmos do verão e entrarmos no outono com arte, beleza e alegria! No dia 27 de março, um domingo, faremos nosso primeiro chá de 2011. Apresentações de nossos professores e alunas, comidinhas, boa música. Um fim de tarde ideal para começar uma nova estação. Para tudo ficar ainda mais bacana, teremos a oportunidade de apreciar a arte de Luciana Guerra, que vem a Brasília e nos presenteará com sua dança poderosa!
Anote na agenda: Chá de Outono do AYUNY
Dia: 27 de março (domingo)
Horário: 17:30
Entrada: R$12,00
Lembrem-se: é um evento exclusivo, portanto garanta sua entrada o quanto antes!
Foto: Luciana Guerra
quinta-feira, 17 de março de 2011
ABRAÇO
AMOR QUE É AMOR...
...dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor. O amor resiste à distancia, ao silencio das separações e até as traições. Sem perdão não há amor. Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei te dizer quem você mais amou. O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro faz tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: “Mesmo fazendo tudo de errado eu não sei viver sem você. Eu não sou nem a metade do que sou se você não estiver por perto”.
O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar !
O poeta soube traduzir bem quando disse: “Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim. Se eu não te amasse tanto assim, talvez não visse flores, por onde eu vi, dentro do meu coração !
Pe. Fábio de Melo
O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração que sozinhos jamais poderíamos enxergar !
O poeta soube traduzir bem quando disse: “Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim. Se eu não te amasse tanto assim, talvez não visse flores, por onde eu vi, dentro do meu coração !
Pe. Fábio de Melo
terça-feira, 15 de março de 2011
MESTRAS DE MINHA VIDA: pra começar, Aisha Goldenberg...

Um ser etéreo flutuando ao dançar...gestos de deusa...postura impecável...suavidade em cada movimento...
A dança é um aprendizado infinito, constante...Se aprecio tanto aulas com "mestras" diversas, seja em dvds ou workshops, shows, chás etc, devo ao seu incentivo, como também a minha descoberta do prazer em ensinar...prazer esse que me estimula a retornar a fazer aulas sob novos paradigmas, o que também me faz lembrar de dizer à minha primeira mestra: "Aisha, obrigada por me ensinar a ter a visão mais importante que poderia ter: buscar".
Como você começou a dançar? Quem te ensinou os primeiros passos? Você ainda se lembra?
Eu, sim. O nome da minha primeira mestra é Aisha Goldenberg.
Faz um bom tempo que não estamos praticando a dança juntas, mas a lembrança e a admiração continuam intensas, significativamente especiais. Não sei se posso dizer que foi destino, mas foi uma benção tê-la encontrado e aprendido com ela os doces mistérios da arte que transformou-me e a minha vida feminina para melhor, um reconhecer-se sem igual. E não há quem não a veja dançar sem que se encante com a doçura poética dos seus movimentos que nos transportam à um mundo paralelo de magia.
Também bailarina de Dança Flamenca trouxe para mim a determinação, o compromisso, a postura( eu andanva realmente muito tortinha). Trouxe esses elementos e muitos mais, mas é claro que ainda os persigo, todos os dias, pois vê-la dançar ainda é um presente: admirar técnica e poesia agindo em uma só mulher a cada nota.
Sou grata por sua persistência, insistência, paciência, impaciência e confiança.
Fui feliz por ter feito parte do Grupo Caliandra e dos sonhos para ele... dos eventos em nossa cidade e em outras fronteiras próximas...do estímulo para dançar dança do Ventre com sons, ritmos e estilos musicais diversos, principalmente nacionais, entre outros...
Hoje estou muito feliz por saber que ela está de volta ao universo da Dança do Ventre e que, mais uma vez, dezenas de almas femininas serão estimuladas, agraciadas por sua dança e se espelharão nela como um dia comecei a fazer e até hoje anseio...
A dança é um aprendizado infinito, constante...Se aprecio tanto aulas com "mestras" diversas, seja em dvds ou workshops, shows, chás etc, devo ao seu incentivo, como também a minha descoberta do prazer em ensinar...prazer esse que me estimula a retornar a fazer aulas sob novos paradigmas, o que também me faz lembrar de dizer à minha primeira mestra: "Aisha, obrigada por me ensinar a ter a visão mais importante que poderia ter: buscar".
Geralmente escrevo sem rascunhar, as ideias vão fluindo e as palavras vão sendo impressas na página em branco as vezes mais velozes que meu próprio pensamento...No entanto, este post já teve muitos recomeços e rascunhos até em minha própria cabeça...É que o tema em questão é de importância suprema...falar da minha "professora de dança do ventre"...
Sim...quem conhece Aisha Goldenberg pode imaginar o que pretendi conseguir retratar...
Beijocas à todas, que vocês possam se recordar ou ser uma Professora que marque positivamente a história de almas femininas.
Marcadores:
Aisha Goldenberg,
Professoras de Dança do Ventre
segunda-feira, 14 de março de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)


